quinta-feira, 8 de março de 2018

FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER MILLENNIAL

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Olá a todos. Ou todxs, se quisermos ser mesmo super inclusivos e pós-modernos. Porra, já começo assim? Não pode ser. Enfim. Olá. Puxem uma cadeira, bebam mais um copo, fiquem confortáveis. Hoje é dia 8 de Março de 2018. Hoje assinala-se o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora. Desde 1995, assinala-se também o dia dos meus anos. É verdade, hoje faço 23 anos. Obrigada, sim estou a ter um bom dia. Bom, na medida do possível, já que hoje é dia de trabalhar. Deixem-me apresentar. Desculpem ocultar o nome, ainda sou do tempo em que se era blogger anónimo. Nem sei porque oculto se basta aparecerem no meu Twitter para saber. Vá, pronto, sou a Rafa. Tenho 23 anos, acabados de fazer hoje mesmo. Sou millennial. Preencho os critérios todos: estagiária mal e porcamente remunerada, ansiosa pela revolução, leu todos os Harry Potter e sim, dona de um iPhone. Não sou nova na blogosfera, nem na escrita. Acho que escrevo diários praticamente desde que aprendi a escrever. E escrevo blogs desde que aprendi o que era um blog, num episódio dos Morangos com Açúcar. O meu primeiro blog era uma coisa esquisita, quase um diário mesmo. Felizmente nunca chegou a ter visitas. Com 12 anos criei um blog de homenagem ao High School Musical, que mantive durante um bom tempo. Era bastante popular, tinha muitos leitores, sentia-me uma web celeb. Eventualmente cresci dessa fase e criei outro, mais pessoal, mais na onda do que era um blog “a sério”. Durou toda a minha fase estranha da adolescência, a Adolescência Parte I, que dura aí até aos 16. Depois afastei-me disso. Tentei ter muitos outros blogs. Tive um blog de moda, que contou com um total de quatro publicações ou coisa que o valha. Tive um blog a imitar o d’A Mulher Certa, que não resultou. O meu último blog pegava numa alcunha que alguém um dia me chamou, ainda tentou viver, mas decidi matá-lo. (Podem ver os seus restos mortais ao navegar no histórico de posts deste mesmo, que nasceu das cinzas do defunto.) Não me fazia sentido, já não me sentia assim. Como é que eu me sinto? Nem sei. Só sei que desde que apareceu o conceito de millennial, que gosto dele e de fazer parte dele. E adoro todas as notícias cujo título dizem que a geração millennial “está a matar” mais uma indústria. Posto isto, juntei as duas coisas e cá estou. Prometo tentar agarrar isto de frente e não deixar fugir, até porque já tenho uns quantos posts agendados. Não sei o que vai sair daqui, não prometo nada. Alguém leu isto? Se sim, obrigada por chegarem até aqui. Bem-vindos, queridos Millennials*.




*Millennails, baby-boomers, Gen Z, venham todos que há espaço que chege.

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